Renan Nogueira Farah, Advogado

Renan Nogueira Farah

Americana (SP)
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Sobre mim

Advogado Criminalista
Advogado, pós graduado em Direito Constitucional (PUCCAMP), em Ciências Criminais (UNISUL), em Direito Penal Econômico Europeu (Universidade de Coimbra/PT), em Tribunal do Júri (ESA/SP) e pós graduando em Direito Militar (EPD).

Principais áreas de atuação

Direito Penal, 30%

É o ramo do direito público dedicado às normas emanadas pelo Poder Legislativo para reprimir os d...

Direito Processual Penal, 30%

É o ramo de estudo tradicionalmente voltado à a atividade de jurisdição de um Estado soberano no ...

Direito Processual Civil, 30%

É o conjunto de princípios e normas jurídicas que regem a solução de conflitos de interesses por ...

Direito Militar, 10%

Ramo do Direito relacionado à legislação das Forças Armadas. Tem a sua origem no Direito Romano, ...

Recomendações

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 2 anos
Concordo com sua posição. Aliás, eu a utilizo em minha militância desde sempre. A Justiça é para a sociedade então precisa ser acessível à sociedade. Nós, advogados, temos que frequentemente explicar ao cliente o teor de uma decisão, especialmente as denegatórias, e é triste que o cliente, pessoa comum, fique à mercê de "acreditar ou não" no que diz o advogado. Principalmente os acórdãos de Tribunais. Sempre recheados excessivamente de jurisdiquês. Na minha humilde opinião, ao contrário do que faz parecer, o uso excessivo de termos complicados, demonstra o desconhecimento do operador sobre o real significado daquilo, de modo, que é incapaz de traduzi-lo a linguagem acessível em seus documentos. Além dos termos em latim, os demais termos que compõem o jurisdiquês, não são outra coisa senão termos de língua portuguesa, facilmente traduzíveis se a pessoa souber de fato, o que significa. Pouquíssimos e raríssimos são os termos exclusivamente jurídicos, como "trânsito em julgado da sentença". A maioria são apenas termos comuns, que por mera tradição no ambiente jurídico, são utilizados na versão mais culta do idioma, em detrimento do uso de seu sinônimo mais acessível. Há quem defenda que os documentos jurídicos devam ser elaborados em linguagem culta, por disposição legal, etc. Porém, seus sinônimos mais acessíveis não são incultos. Apenas temos que usar uma linguagem polida e evitar obrigatoriamente termos chulos. Fora isso, não vejo necessidade de se escrever um emaranhado de palavras difíceis que tornem as sentenças ininteligíveis a quem elas se dirigem: ao jurisdicionado.

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